Dizem que Kepler é muito bonito. Tem árvores, tem água, tem um ar limpo. Tem sua própria fauna, flora...
Tínhamos isso na Terra também. Mas destruímos tudo.
Me falaram que no espaço não verificam antecedentes criminais.
T.S.
A ideia é simples: T.S., um garoto de 12 anos está numa viagem que nunca termina, por isso ele escreverá pequenos pensamentos para se distrair até que chegue a seu destino: Kepler. Você sabe onde é Kepler? Bom, eu pretendo falar sobre ela nas próximas postagens. P.S.: Referência a histórias sci-fi são obrigatórias.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Vingança
Então...
Eu viajo numa nave bem grande... Eu não sei o quão grande ela é... Mas me falaram que se nossa nave fosse a duração de um filme. A trilogia do Senhor do Anéis seria fichinha perto da nossa nave. Sim, eu assisti os clássicos.
Continuando... Como a nave é muito grande, para nos locomovermos mais rápido, temos transportes que atravessam as naves. São pequenos vagões que cabem 30 de nós dentro. A viagem é rápida. 3 minutos. Mas durante esse tempo tem gente que invés de esperar, fica botando o mp9 pra tocar para todo o mundo ouvir. Eu não gosto, nem ninguém do vagão, mas fazemos nada sobre isso. Me falaram que esse é um costume antigo e insistente desde o início dos tempos.
Certa vez tinha uma moça tocando o som dela no vagão, mas por desleixo (além da sua existência), ela deixou cair os materiais dela, bem na minha frente. Ela me olhou, eu olhei pra ela, e, virei a cara bem devagar.
T.S.
Eu viajo numa nave bem grande... Eu não sei o quão grande ela é... Mas me falaram que se nossa nave fosse a duração de um filme. A trilogia do Senhor do Anéis seria fichinha perto da nossa nave. Sim, eu assisti os clássicos.
Continuando... Como a nave é muito grande, para nos locomovermos mais rápido, temos transportes que atravessam as naves. São pequenos vagões que cabem 30 de nós dentro. A viagem é rápida. 3 minutos. Mas durante esse tempo tem gente que invés de esperar, fica botando o mp9 pra tocar para todo o mundo ouvir. Eu não gosto, nem ninguém do vagão, mas fazemos nada sobre isso. Me falaram que esse é um costume antigo e insistente desde o início dos tempos.
Certa vez tinha uma moça tocando o som dela no vagão, mas por desleixo (além da sua existência), ela deixou cair os materiais dela, bem na minha frente. Ela me olhou, eu olhei pra ela, e, virei a cara bem devagar.
T.S.
Alô Dolly
Me
disseram que eu devia começar a escrever sempre com “meu querido Diário”.
Quantos
anos eles acham que eu tenho? 11? Por favor, já sou um rapaz.
E meu nome
não é Daniela.
Ah, sim.
Estava saindo da cabine hoje pra exercitar um pouco as pernas, já que o
exercitador portátil quebrou. Todos da nave tem um. É exigência que todos se
exercitem. Uma idiotice ter tal regra, mas parece que eles tem medo que sejamos
gordos que andem em poltronas flutuantes, sendo servidos por robôs... e depois
atacados por um robô gari apaixonado por uma robô cientista sexy, enquanto os
dois cantam ‘alô Dolly’.
Sim, foi o
que eles disseram. E não, eu não entendi nada.
T.S.
T.S.
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